quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

NA DEFESA DO TRABALHADOR BRASILEIRO

Lula defende o fim da escala 6×1 em pronunciamento de Natal Presidente brasileiro relacionou fim da escala extenuante de trabalho com maior cuidado com a família 25.dez.2025 - 10:20 São Paulo (SP) Redação Lula Presidente fez tradicional pronunciamento de Natal exaltando ações sociais e combate ao crime organizado | Crédito: Ricardo Stuckert/PR FacebookWhatsAppEmailXCompartilhar O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se comprometeu, na noite de véspera de Natal (24), em trabalhar para que seja aprovado o fim da escala de trabalho 6×1, com seis dias de jornada por um de descanso. Segundo Lula, é urgente combater “os privilégios de poucos e para garantir direitos de muitos”, e nisso ele incluiu o direito ao tempo de descanso e com a família. “Não é justo que uma pessoa seja obrigada a trabalhar duro durante seis dias e que tenha apenas um dia para descansar o corpo e a cabeça, passear com a família, cuidar da casa e se divertir, e acompanhar de perto o crescimento dos filhos. O fim da escala 6×1, sem redução de salário, é uma demanda do povo que cabe a nós, representantes do povo, escutar e transformar em realidade”, disse, em pronunciamento transmitido em cadeia nacional. Na fala, Lula destacou as conquistas da agenda internacional, em que o Brasil venceu, com diplomacia, o tarifaço do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de conseguir 500 novos mercados para comercialização de produtos. “Nossa soberania e nossa democracia saíram vencedoras e o povo brasileiro venceu”, afirmou. Lula também cobrou que os homens se comprometam na luta contra a violência contra a mulher e destacou êxitos no enfrentamento do crime organizado em 2025, que teve várias operações contra organizações criminosas. “Neste ano, a Polícia Federal comandou a maior operação já feita contra o crime organizado. O combate às facções criminosas chegou pela primeira vez ao andar de cima, e nenhum dinheiro ou influência vai impedir a Polícia Federal de ir adiante”, afirmou. Confira o pronunciamento completo: Minhas amigas e meus amigos, vencemos mais um ano. É tempo de juntar a família, renovar energias e celebrar a vida. E quando os fogos brilharem no céu, na noite do dia 31, estará encerrado um ano histórico no Brasil. Um ano difícil, com muitos desafios, mas um ano em que todos que torceram ou jogaram contra o Brasil acabaram perdendo. Um ano em que o povo brasileiro sai como o grande vencedor. Primeiro, porque saímos do Mapa da Fome. Estar neste mapa significa que muita gente no país não tem o que comer. O Brasil tinha saído dessa situação em 2014, mas andou para trás, e encontramos um país com 33 milhões de pessoas passando fome. Por isso, retomamos o Bolsa Família, apoiamos a agricultura familiar, valorizamos o salário mínimo, investimos muito na geração de empregos e na alimentação nas escolas. A outra grande vitória foi o fim do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês. Para milhões de brasileiras e brasileiros, o último dia do ano também será o último dia com Imposto de Renda descontado no salário. A partir de janeiro, com o fim do Imposto de Renda, milhões de famílias terão um dinheiro extra todos os meses. Isso vai aliviar as contas, aquecer ainda mais a economia e beneficiar o país inteiro. Minhas amigas e meus amigos, a família é a base da nossa sociedade, e as famílias brasileiras conquistaram muito neste ano que chega ao fim. O programa Agora Tem Especialistas, lançado este ano, está reduzindo o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias no SUS. O Pé-de-Meia ajudou milhões de jovens a continuar na escola. O Gás do Povo e o Luz do Povo vieram aliviar as famílias mais humildes, porque não é justo que cozinhar e ver uma novela ou um futebol na TV comprometa o orçamento. O Minha Casa Minha Vida voltou, alcançou a classe média, e está chegando também o Reforma Casa Brasil. Porque moradia digna é um direito fundamental que tem que ser garantido. Com a Transposição do Rio São Francisco, maior obra hídrica do mundo, o Governo do Brasil está levando água para milhões de famílias nordestinas. Obra, aliás, é o que não falta hoje no Brasil. Em cada estado, em milhares de cidades, o Novo PAC está presente, espalhando trabalho e desenvolvimento pelo país. Por essas e outras, encerramos o ano com a menor taxa de desemprego da história. O emprego com carteira assinada bate recordes. A renda média dos trabalhadores é a maior que já houve. E a inflação acumulada em quatro anos será a menor de todos os tempos. Graças a esses avanços, temos os menores índices de pobreza e desigualdade da história. E só neste ano, dois milhões de pessoas deixaram o Bolsa Família porque melhoraram de renda. Para completar, com a nova Carteira Nacional de Habilitação do Brasil, a carteira de motorista ficou até 80% mais barata e muito mais acessível. Minhas amigas e meus amigos, nós sabemos que o crime e a violência são dois grandes desafios do nosso país. Neste ano, a Polícia Federal comandou a maior operação já feita contra o crime organizado. O combate às facções criminosas chegou pela primeira vez ao andar de cima, e nenhum dinheiro ou influência vai impedir a Polícia Federal de ir adiante. Quero aproveitar este momento, também, para falar que um povo tão gentil e capaz de produzir coisas tão belas não pode aceitar a violência contra a mulher. Vou liderar um grande esforço nacional envolvendo ministérios, instituições e toda a sociedade brasileira. Nós que somos homens devemos fazer um compromisso de alma. Em nome de tudo que é mais sagrado, seja um aliado. Minhas amigas e meus amigos, o Brasil voltou a ser respeitado e admirado pelo mundo. Nove milhões de turistas estrangeiros nos visitaram este ano, um recorde histórico. E recebemos no coração da Amazônia, em Belém do Pará, o maior evento climático do mundo. A COP30 foi um sucesso e consolidou o Brasil como liderança global no tema mais importante deste século. Mas também enfrentamos um desafio inédito: o tarifaço contra o Brasil. Mas mostramos ao Brasil e ao mundo que somos do diálogo, da fraternidade e não fugimos à luta. Apostamos na diplomacia, protegemos nossas empresas e evitamos demissões. Negociamos o fim do tarifaço, e ultrapassamos, agora em dezembro, a marca de 500 novos mercados para os nossos produtos. Nossa soberania e nossa democracia saíram vencedoras e o povo brasileiro venceu. Minhas amigas e meus amigos, seguiremos combatendo privilégios de poucos para garantir direitos de muitos. E nenhum direito é tão urgente, hoje, quanto o direito ao tempo. Não é justo que uma pessoa seja obrigada a trabalhar duro durante seis dias e que tenha apenas um dia para descansar o corpo e a cabeça, passear com a família, cuidar da casa e se divertir, e acompanhar de perto o crescimento dos filhos. O fim da escala 6×1, sem redução de salário, é uma demanda do povo que cabe a nós, representantes do povo, escutar e transformar em realidade. Minha amiga e meu amigo, o Brasil pertence a você. Olhe quem está com você nesta noite. Pense na sua família, em quem você ama, e tenha certeza: vocês venceram e vão continuar vencendo. Queremos um país onde cada brasileira e cada brasileiro tenha o direito de sonhar, e onde o esforço de cada um seja a garantia de um futuro melhor. Desejo a todas as famílias brasileiras um feliz Natal e um feliz Ano Novo cheio de paz, prosperidade e novas conquistas. Um grande abraço. Facebook WhatsApp Email X Compartilhar Editado por: Rodrigo Gomes

#CADEIAPARABOLSONAROESUAQUADRILHA

PT convoca atos no dia 8 de janeiro e espera por veto de Lula à dosimetria Partido planeja reunir militância em cerimônia em Brasília e em manifestações pelo país 24.dez.2025 - 13:52 São Paulo (SP) Redação 12345 Cartazes e bandeiras nas ruas do país denunciam tentativa de anistia a golpistas do 8 de janeiro | Crédito: Luiza Melo/Brasil de Fato DF FacebookWhatsAppEmailXCompartilhar No dia 8 de janeiro de 2026, quando a invasão às sedes dos Três Poderes, em Brasília (DF), completa três anos, o Partido dos Trabalhadores (PT) irá realizar atos pelo país, com o tema Brasil nas ruas pela democracia. A agenda das manifestações, com horários e locais deve ser divulgada nos próximos dias. Em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) planeja uma cerimônia simbólica com a presença de autoridades, como ocorreu nos dois anos anteriores. Aliados também defendem que ele assine o veto ao Projeto de Lei (PL) da Dosimetria durante a solenidade. Em 2024, a cerimônia no 8 de janeiro na capital federal contou com a presença dos chefes dos Três Poderes. Em 2025, o palanque foi esvaziado com a ausência dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado — Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), à época. Sobre o PL da dosimetria No dia 17 de dezembro, o Senado Federal aprovou o PL da Dosimetria, projeto de lei que reduz as penas para os golpistas do 8 de Janeiro. O texto foi aprovado por 48 votos a favor e 25 contrários e agora vai à sanção. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já sinalizou que vai vetar o documento na íntegra. O projeto propõe uma mudança na punição para quem cometer os crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Quem for acusado de ter cometido dois ou mais crimes só será condenado pela pena mais grave aplicada e não a soma do conjunto de penas. Um dos pontos mais importantes é o cálculo para a redução das penas e da progressão de regime. O PL define que os condenados poderão cumprir só 16% da pena em regime fechado, mesmo com uso de violência. A progressão também diminui para os reincidentes. Antes, quem já havia cometido crimes anteriormente tinha que cumprir ao menos 30% da pena em regime fechado. Agora serão 20%. O principal beneficiado pela decisão é o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Condenado a 27 anos e três meses pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-mandatário poderá ficar apenas 2 anos e 4 meses preso na Superintendência da Polícia Federal. Sem esse projeto, Bolsonaro ficaria preso ao menos até 2033. Facebook WhatsApp Email X Compartilhar Editado por: Nathallia Fonseca Democracia sob risco: como o PL da Dosimetria absolve golpistas Democracia sob risco: como o PL da Dosimetria absolve golpistas ‘Os que pedem anistia hoje defendem a ditadura’, diz arqueólogo que investiga o DOI-Codi Conversa Bem Viver ‘Os que pedem anistia hoje defendem a ditadura’, diz arqueólogo que investiga o DOI-Codi Não é hora de comemoração: desafios do campo democrático na reconstrução do Brasil Não é hora de comemoração: desafios do campo democrático na reconstrução do Brasil Lula sobre 2026: ‘Vamos dar uma surra em quem acha que a extrema direita vai voltar a governar'Política Venham! Lula sobre 2026: ‘Vamos dar uma surra em quem acha que a extrema direita vai voltar a governar' BDF Newsletter Seu e-mail Seu nome Escolha as listas que deseja assinar: Editorial BdFPonto Li e concordo com os termos de uso e política de privacidade

FORA SIONISTAS GENOCIDAS DA PALESTINA.

Ministro da Defesa de Israel afirma que ‘jamais abandonará’ a ocupação em Gaza Israel Katz declara que país é um 'governo de assentamentos', enquanto ofensiva continua na Cisjordânia 23.dez.2025 - 15:40 Tabitha Ramalho | Opera Mundi Israel Katz afirmou que o Estado judeu estabelecerá novos assentamentos no norte de Gaza Israel Katz afirmou que o Estado judeu estabelecerá novos assentamentos no norte de Gaza | Crédito: Israel_katz / x FacebookWhatsAppEmailXCompartilhar O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou na terça-feira (23/12) que Israel jamais se retirará da Faixa de Gaza, que ocupa desde o início da guerra, ou das Colinas de Golã, território sírio ocupado desde 1967, prometendo estabelecer novos assentamentos nesses territórios, segundo The Jerusalem Post. “Não sairemos um centímetro da Síria e, no norte de Gaza, estabeleceremos assentamentos Nahal (unidades militares historicamente usadas para criar fatos no terreno) nos locais das comunidades que foram evacuadas” durante a retirada israelense do enclave costeiro palestino em 2005, declarou ele. As declarações foram feitas em uma cerimônia que marcou um acordo para realocar o quartel-general de uma brigada das Forças de Defesa de Israel (IDF) e construir novas moradias para colonos no assentamento de Beit El, na Cisjordânia ocupada. Ao mesmo tempo, ele reiterou que o governo israelense é “um governo de assentamentos”. “Se a soberania for possível, nós a implementaremos. Estamos em um período de soberania prática”, disse Katz, acrescentando que, após a guerra na Faixa de Gaza, Israel tem mais oportunidades para estabelecer novos assentamentos. “Estamos profundamente enraizados em Gaza e jamais a abandonaremos completamente; isso nunca acontecerá”, enfatizou o ministro. Katz ainda reforçou a política expansionista e belicista de Israel, afirmando que as Forças de Defesa de Israel continuam operando “no Líbano, na Síria, no topo do Monte Hermon, na zona de segurança e dentro de campos terroristas na Cisjordânia”. Violência israelense também se intensifica na Cisjordânia Segundo fontes médicas locais, nas últimas 24 horas cinco palestinos foram mortos e três ficaram feridos em diferentes incidentes. Colonos israelenses, apoiados pelas forças de ocupação, realizaram ataques nesta terça-feira em várias áreas do sul da Cisjordânia ocupada, incluindo o campo de refugiados de Qalandiya e a cidade de Kafr Aqab, ao norte de Jerusalém ocupada, segundo a agência de notícias palestina, Wafa. A Sociedade do Crescente Vermelho Palestino (PRCS) informou que suas equipes trataram três feridos, incluindo um na coxa causado por disparo de arma de fogo, outro por estilhaços de munição real e um terceiro resultante de agressão. O governo estadual acrescentou que as forças de ocupação detiveram vários moradores e agrediram outros que foram mantidos sob custódia por um curto período. Desde o acordo de cessar-fogo de 11 de outubro de 2025, foram registradas 406 mortes e 1.118 feridos. Além disso, 653 corpos foram recuperados dos escombros de ataques anteriores, um triste indicador da dimensão da destruição.

EUA..PAÍS TERRORISTA

“Hoje, testemunhamos uma completa anarquia no Mar do Caribe, onde o roubo de propriedade alheia — ou seja, a pirataria e o banditismo, há muito esquecidos — estão sendo revividos. Defendemos consistentemente a desescalada e esperamos que o pragmatismo e a racionalidade do presidente dos EUA, Donald Trump, permitam encontrar soluções mutuamente aceitáveis para as partes, dentro das normas jurídicas internacionais”, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova. Nas últimas semanas, militares dos EUA sequestraram dois navios petroleiros privados que carregavam petróleo venezuelano. Houve notícia de que um terceiro navio estaria sendo perseguido. A Rússia, que já declarou apoio à Venezuela em outros momentos, reafirmou a posição. “Confirmamos ainda nosso apoio aos esforços do governo de Nicolás Maduro para proteger a soberania e os interesses nacionais, bem como para manter um desenvolvimento estável e seguro do país”, completou Zakharova. Facebook WhatsApp Email X Compartilhar Editado por: Rodrigo Gomes