quarta-feira, 21 de outubro de 2026

#BORALULA

DCMDCM TVApoie o DCM Suásticas são pichadas na UFSM, e PF é acionada; ataques bolsonaristas a universidades tomam o país Publicado por Vinicius Segalla - Atualizado em 21 de outubro de 2026 às 4:41 Apoie o DCM Universidade Federal de Santa Maria (RS) vem sofrendo ataques em sequência de grupos extremistas de direita (crédito: UFSM) Play Video Estudantes do curso de Geografia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, encontraram, por volta das 6h40 na manhã da última terça-feira (20), o prédio do Diretório Acadêmico (Dageo) pichado com desenhos de suásticas nas paredes. Além disso, notaram a remoção de adesivos de posicionamento político e o furto de uma bandeira de representatividade LGBTQIA+ que ficava exposta no local. Os alunos agiram rápido: informaram à reitoria e aguardaram até a chegada da Polícia Federal, que imediatamente isolou o local. Até o momento, a PF desconhece a autoria do registro, e imagens de câmeras de segurança serão analisadas. Conforme o delegado Carlos Feijó, responsável pelo caso, a investigação vai colher depoimentos nos próximos dias. Uma das pichações com símbolos nazistas encontradas na UFSM (crédito: reprodução/Facebook) Já a reitoria da universidade se manifestou por meio de nota, no final da tarde da própria terça-feira, repudiando o ocorrido: “A Universidade Federal de Santa Maria e o Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) repudiam e manifestam sua indignação diante da invasão do espaço do Diretório Acadêmico da Geografia, no campus sede bem como da inscrição de símbolos nazistas no local. A UFSM e o CCNE reiteram que a apologia ao nazismo e qualquer ato de intimidação ou discriminação configuram crime e afrontam diretamente os valores fundamentais de uma instituição pública, plural e democrática. As medidas de isolamento do local e registro da ocorrência junto à Polícia Federal, responsável pela apuração criminal, foram novamente providenciadas. Os fatos serão integrados aos procedimentos administrativos já iniciados para a identificação e responsabilização dos envolvidos.” Como se nota, a reitoria fala em “procedimentos administrativos já iniciados” e medidas de combate ao crime que foram “novamente providenciadas”. Isso porque faz menos de duas semanas que a USFM foi palco do mesmo crime de apologia ao nazismo: pelo menos seis pichações com o desenho da chamada runa Odal, acompanhados da frase “Você não está só”, foram encontrados entre a manhã do dia 7 e a tarde do dia 6 na universidade. Quatro casos foram identificados no CCNE e outros dois no Centro de Tecnologia, de acordo com a instituição. Na ocasião, a universidade abriu uma sindicância interna e publicou sua primeira nota de repúdio sobre o caso, lembrando que “o uso de símbolos nazistas não é opinião nem brincadeira. Eles remetem a uma ideologia responsável pela perseguição e pelo extermínio de milhões de pessoas. A apologia ao nazismo e a incitação à discriminação e ao preconceito são crimes previstos na Lei nº 7.716/1989. A runa Odal tem origem em antigos alfabetos germânicos, mas foi apropriada pelo nazismo e utilizada por divisões militares da Alemanha nazista. Posteriormente, o símbolo também passou a ser adotado por grupos de extrema-direita, neonazistas e supremacistas brancos. Veja uma das pichações com a runa Odal, em reprodução abaixo. Símbolo nazista desenhado em banheiro da UFSM (crédito: Polícia Federal) O caso da USFM não é isolado. Durante este período eleitoral, universidades públicas por todo o país têm registrado ataques de grupos bolsonaristas, que invadem prédios de faculdades e centros acadêmicos para agredir estudantes e danificar muros, bandeiras, cartazes e faixas que contenham ideias e posicionamentos políticos diferentes daqueles que eles perpetram. Veja, abaixo, alguns dos casos mais recentes registrados nas universidades públicas brasileiras. UFRR: Deputado do PL invade sala de aula, rasga panfletos com críticas a Flávio e furta bandeira antifascista Na noite da última sexta-feira (16), a blogueira e candidata a deputada estadual não eleita Athaally e o deputado estadual Marcinho Belota (PL-RR) invadiram a Faculdade de Direito da Universidacde Federal de Roraira (UFRR) e rasgaram material que os alunos prepararam com várias informações sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. No sábado à tarde (17), cinco homens, entre eles um que estava armado armado, invadiram a Faculdade de Direito e o Centro de Ciências Humanas (CCH), destruindo materiais e interrompendo uma aula de sociologia. No último dia 3, Marcinho Belota foi alvo de uma operação de busca e apreensão da PF em sua residência, onde foram apreendidos computadores, material de campanha e dinheiro em espécie, na esteira de uma investigação onde 22 pessoas já foram presas por montarem um esquema de compra de votos. A reitoria da UFRR repudiou os dois ataques. “A Universidade é, por sua própria natureza, um espaço de liberdade, de estímulo ao pensamento crítico, de pluralidade, diálogo e respeito às diferenças. O que não pode ser admitido é que divergências se transformem em invasão de espaços, intimidação, destruição de bens ou qualquer forma de violência ou desrespeito”, disse em nota, informando que vai adotar “todas as medidas administrativas, legais e judiciais cabíveis para a completa apuração do ocorrido e a responsabilização dos envolvidos”. UFAL: Dez homens chegam em carros de campanha de Flávio, invadem sala de aula, intimidam professora e destroem cartazes Em 8 de outubro de 2026, na Universidade Federal de Alagoas (Ufal), no campus de Arapiraca, dez homens chegaram ao local em duas caminhonetes com imagens de Flávio Bolsonaro, invadiram salas de aula e espaços estudantis para destruir cartazes críticos ao candidato do PL e ao seu vice, Alfredo Gaspar. Os homens alegaram que o material seria ilegal, mas uma professora os orientou a recorrer à Justiça caso considerassem haver alguma irregularidade. Testemunhas relataram intimidação, e a universidade pediu apoio de órgãos de segurança e a apuração do episódio. UnB: Candidato bolsonarista derrotado é preso em flagrante enquanto depredava patrimônio e intimidava estudantes No dia 27 de setembro, Wilker Leão, então candidato a deputado federal pelo Novo, foi preso em flagrante pela Polícia Federal, após depredar pinturas em muro do Instituto de Artes da UnB (Universidade de Brasília), acompanhado de apoiadores que agrediram estudantes no local. Em nota, a universidade associou o ataque a “métodos adotados pela extrema-direita” que, além de ilegais, “são covardes, porque só se viabilizam na impossibilidade do debate qualificado”. Leão tem sido pivô de uma série de conflitos com a comunidade universitária. Recentemente, ele foi expulso da UnB, onde cursava História, após processo disciplinar que o condenou por gravar sem consentimento professores e alunos, com o objetivo de ridicularizá-los. Em abril, acompanhado de outros militantes de direita, chegou a convocar um ato na UnB que estimulava violência contra estudantes da instituição. Na convocação, foram feitas menções como “trocar porrada com os vermes” e “porrada nos comunistas”. UFBA: Deputado do PL invade faculdade, agride diretor e estudantes, rasga cartazes e é proibido pela Justiça de entrar de novo em instituições de ensino No último dia 22 de agosto, a Justiça determinou restrições à atuação do deputado estadual Diego Castro (PL) em escolas, hospitais e equipamentos públicos estaduais da Bahia. A decisão ocorreu dois dias após o parlamentar invadir o campus da UFBA (Universidade Federal da Bahia) e agredir estudantes e até o diretor da Faculdade de Comunicação da instituição, em Salvador (veja vídeo, abaixo). Pela ordem judicial, Diego Castro não poderá entrar em unidades de ensino, obras ou equipamentos públicos sem autorização prévia e agendamento formal. A decisão também proíbe o deputado de fazer filmagens, transmissões ao vivo ou abordagens de caráter político-partidário contra servidores, professores, gestores e alunos nesses locais. Em nota, a Universidade Federal da Bahia solicitou “o posicionamento da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, conclamando-a a tomar, com urgência, as devidas providências diante da conduta indecorosa de um dos seus membros.” UFRGS: Candidato derrotado do PL invade campus, agride estudantes e apaga críticas a Flávio Candidato derrotado do PL a deputado estadual do RS invade campus da UFRGS e agride estudantes. (crédito: reprodução) No dia 10 agosto, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre, foi invadida por um grupo de extremistas capitaneados pelo então candidato (derrotado) a deputado estadual Alemão Klaus (PL-RS). Ele e seu bando adentraram ao Campus do Vale, arrancaram cartazes estudantis, cobriram com tinta manifestações dos estudantes contrárias ao feminicídio, vandalizaram paredes de centros acadêmicos e agrediram a todos que tentaram impedir os atos hostis. A ação levou os alunos a acionar a segurança da universidade, que repudiou o ocorrido. Unicamp: extremistas invadem e destroem acampamento de estudantes em greve Na madrugada de 27 de maio de 2026, estudantes em greve na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foram surpreendidos por um grupo extremista de direita, que invadiu o acampamento montado no campus de Barão Geraldo, em Campinas, no interior paulista. Os manifestantes dormiam em barracas nas proximidades do Ciclo Básico II quando, por volta das 2h, os invasores chegaram ao local, derrubaram estruturas, dirigiram ofensas aos estudantes e provocaram uma situação de confronto. Conforme as imagens gravadas na ocasião, os extremistas utilizaram um megafone para insultar os grevistas, chamando-os de “vagabundos”, “desocupados” e “covardes”. O episódio foi registrado em boletim de ocorrência na Polícia Civil, e representantes do movimento estudantil pediram providências para identificar e responsabilizar os envolvidos. Em nota publicada no próprio dia 27, a Reitoria da Unicamp repudiou a invasão e os atos de intimidação praticados por pessoas de fora da comunidade universitária. A administração afirmou que episódios de invasão, filmagens não autorizadas e condutas que coloquem em risco a integridade física de estudantes, professores e funcionários são incompatíveis com a autonomia universitária e com a convivência democrática. Também informou que adotaria medidas administrativas e jurídicas para identificar os envolvidos e apurar responsabilidades. A nota da universidade termina como um alerta que serve a todos os brasileiros que irão às urnas no próximo dia 25: “É urgente a articulação das direções das faculdades atingidas para exigir a identificação, criminalização e responsabilização judicial desses invasores e de seus articuladores. Não podemos permitir que os campi sejam submetidos ao medo e à coerção de grupos extremos. A autonomia universitária e a integridade de nossa comunidade são inegociáveis.”

#BORALULA

VÍDEO: Richarlison exibe documentos e volta a cobrar Flávio Bolsonaro por ilha roubada Publicado por Diario do Centro do Mundo - Atualizado em 21 de outubro de 2026 às 10:53 Apoie o DCM Richarlison e Flávio Bolsonaro. Foto: reprodução Play Video O jogador Richarlison, do Tottenham, divulgou nesta quarta-feira (21) documentos sobre a compra dos direitos de ocupação de um imóvel em Ilha Comprida, em Angra dos Reis (RJ), e cobrou explicações do advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O atleta questiona a rapidez da transferência dos direitos do terreno para uma empresa associada ao advogado. No vídeo, Richarlison afirmou que a negociação ocorreu de forma regular perante autoridades da Justiça do Rio de Janeiro. “Estarei mostrando aqui agora os documentos que comprovam que eu comprei a ilha. Foi tudo na frente do juiz, foi tudo na frente do desembargador do Rio de Janeiro e foi tudo correto”, disse. O atacante relatou que esperou quase um ano por uma resposta da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), responsável pela regularização do uso de áreas da União. Ele contrastou essa espera com o avanço do procedimento para o outro grupo e declarou: “Eu, como cidadão brasileiro, queria ter esses privilégios, saber como que faz para ter esse privilégio da Justiça resolver mais rápido para um do que para outros”. Na publicação, Richarlison afirmou ter investido cerca de R$ 10 milhões na negociação iniciada em outubro de 2020, incluindo R$ 4,66 milhões pagos a antigos ocupantes, reformas e segurança contra invasões. O jogador também disse que indenizou moradores, que a Justiça do Rio validou sua posse e que entregou a jornalistas e autoridades um dossiê com recibos, contratos e conversas. Representação no MPF questiona transferência dos direitos A disputa trata de direitos de ocupação de um terreno da União, e não da propriedade privada de uma ilha. Richarlison sustenta que adquiriu esses direitos, mas a área passou a constar em nome da WT Administração de Imóveis, empresa associada a Willer Tomaz, após disputa judicial e procedimentos na SPU. Neste mês, o coletivo Derrubando Muros apresentou uma representação ao Ministério Público Federal (MPF) para pedir a apuração de possíveis irregularidades na transferência. O grupo aponta suspeita de favorecimento e questiona a velocidade do procedimento, mas o pedido de investigação não comprova, por si só, a ocorrência de crime. O conflito judicial começou em 2020. Em 2022, uma empresa representada por advogado associado a Tomaz obteve uma ordem de reintegração de posse. O processo acabou extinto sem análise do mérito em outubro de 2025, depois da renúncia de uma das partes, e a Justiça o arquivou em janeiro de 2026. Richarlison afirmou ter enviado uma mensagem a Flávio Bolsonaro em abril para tentar solucionar o caso, sem receber retorno, e cobrou de Tomaz a devolução do imóvel e a reconstrução da casa que, segundo ele, foi demolida. Flávio nega vínculo com o imóvel e classificou a associação como “factualmente infundada e eleitoralmente motivada”; Tomaz diz que comprou os direitos legalmente e pagou R$ 5 milhões para quitar pendências fiscais.

#BORALULA

uscas pela relação de Flávio com o caso Ana Clara explodem no Google Publicado por Diario do Centro do Mundo - Atualizado em 21 de outubro de 2026 às 17:51 Apoie o DCM A menina Ana Clara e Flávio Bolsonaro. Foto: Reprodução Play Video As buscas que associam Flávio Bolsonaro (PL) ao caso de Ana Clara Gomes Machado lideraram as consultas em alta no Google no Paraná, após o debate presidencial da Band. Os termos cresceram mais de 5.000% entre 13 e 20 de outubro, conforme dados do Google Trends. As expressões “Flavio Bolsonaro caso Ana Clara” e “caso Ana Clara Flavio Bolsonaro” ficaram nas duas primeiras posições entre as pesquisas com maior crescimento no estado. O Google classifica como Breakout os termos que registram alta superior a 5.000% em comparação ao período anterior. O presidente Lula (PT) questionou Flávio no domingo (18), durante o debate, sobre sua participação na defesa do policial militar Bruno Dias Delaroli. O policial responde pela morte de Ana Clara, atingida por um disparo de fuzil aos cinco anos. Flávio defendeu sua atuação como advogado e afirmou que o exercício da profissão é legítimo. Ele integrou a equipe de defesa de Delaroli e assinou, em 2024, um recurso contra a decisão que levou o caso ao Tribunal do Júri. O PM Bruno Dias Delaroli. Foto: Reprodução STJ e STF mantiveram julgamento do policial pelo Tribunal do Júri A menina foi baleada em 2 de fevereiro de 2021, enquanto brincava perto de casa com o irmão de dois anos na comunidade Monan Pequeno, em Niterói, no Rio de Janeiro. Ela chegou a ser socorrida e levada ao Hospital Estadual Azevedo Lima, mas não resistiu. O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou Delaroli por homicídio com dolo eventual. Para a acusação, o policial assumiu o risco de matar ao disparar em uma área residencial. O Superior Tribunal de Justiça rejeitou o recurso assinado por Flávio Bolsonaro contra o júri popular. Em junho de 2025, o Supremo Tribunal Federal manteve a decisão de submeter o policial ao julgamento. Delaroli responde ao processo em liberdade, e o júri está previsto para o início de 2027. Levantamento divulgado pelo UOL apontou que as buscas sobre Ana Clara ultrapassaram um milhão após o debate; no Paraná, elas superaram até as consultas sobre mudança de local de votação.

#BORA LULA

O que Janones está fazendo não tem precedente”, diz diretor da Quaest Publicado por Diario do Centro do Mundo - Atualizado em 21 de outubro de 2026 às 17:38 Apoie o DCM Lula e André Janones. Foto: Ricardo Stuckert/PR Play Video O diretor de inteligência da Quaest, Guilherme Russo, afirmou que a mobilização digital conduzida pelo deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG) por meio do canal de WhatsApp “Exército do Lula” mudou a dinâmica da campanha presidencial. Para ele, a iniciativa ajudou a animar apoiadores do presidente Lula (PT) e a reduzir a distância para Flávio Bolsonaro (PL). Na pesquisa divulgada nesta quarta (21), Flávio aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Lula soma 44%. Russo lembrou que o quadro é um empate técnico e apontou uma melhora dos indicadores do presidente ao longo do segundo turno. “O que o Janones está fazendo não tem precedente no Brasil, especialmente vindo da esquerda. Então, a gente tem que reconhecer esse trabalho, porque ele está sim mudando a campanha em algumas frentes”, disse Russo ao UOL News. O diretor da Quaest lembrou que o primeiro levantamento após o primeiro turno indicava Flávio Bolsonaro numericamente à frente. Nas duas semanas seguintes, segundo ele, a esquerda intensificou ações nas redes sociais, nas manifestações de rua e em conversas com eleitores. Exército do Lula. Foto: Agência Brasil Quaest aponta melhora de Lula e aumento de indecisos Russo disse que a série de pesquisas do segundo turno registrou tendência favorável a Lula, embora Flávio ainda mantenha vantagem numérica. Ele também citou aumento da aprovação do governo e queda de seis pontos na rejeição ao presidente. Questionado sobre a afirmação de Janones de que a virada de Lula já estaria garantida, Russo respondeu que campanhas costumam adotar mensagens de confiança para estimular a própria base. “Isso é justamente para animar o seu eleitor a continuar fazendo campanha”, afirmou. Na avaliação do diretor, os sinais digitais contribuíram para a estratégia de Janones. Russo citou melhora nos índices de popularidade digital de Lula e no volume de buscas pelo presidente no Google, fatores que, para ele, indicam maior capacidade de engajamento da esquerda. A pesquisa também detectou crescimento dos indecisos na pergunta espontânea, sobretudo entre eleitores independentes e parte das mulheres. Russo associou esse movimento ao tom do debate na Band e à escalada de ataques na reta final da disputa.

ATENÇÃO |||

Alerta de segurança nível 9,2 leva ministério a restringir acesso Publicado por Diario do Centro do Mundo - Atualizado em 21 de outubro de 2026 às 18:28 Apoie o DCM Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Foto: Divulgação O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) suspendeu, nesta quarta-feira (21), o acesso externo à sua rede por orientação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). A decisão foi tomada após a identificação de um nível de risco de segurança de 9,2, conforme comunicado interno divulgado aos servidores. Com a restrição, os acessos externos deverão ser realizados exclusivamente por meio de uma rede privada virtual (VPN). A exigência vale tanto para servidores que não possuem acesso à rede do ministério quanto para usuários externos que precisam utilizar os sistemas da pasta. Para obter a autorização, os interessados deverão encaminhar uma solicitação por e-mail à Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação (CGTI), com cópia para a Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração (SPOA). No caso dos servidores, a chefia imediata também deverá ser incluída na mensagem. Em decorrência das medidas de segurança, o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) passará por uma atualização nesta quarta-feira, a partir das 19h. Durante o procedimento, a plataforma ficará indisponível. Segundo o comunicado, a previsão é que o SEI volte a funcionar na manhã de quinta-feira (22). O documento não informa a origem do risco identificado nem apresenta detalhes sobre eventuais incidentes de segurança.

#BORA LULA

Lula aceita desafio de Flávio Bolsonaro para abrir sigilos Publicado por Diario do Centro do Mundo - Atualizado em 21 de outubro de 2026 às 18:17 Apoie o DCM Luiz Inácio Lula da Silva O presidente Lula. Foto: Reprodução Play Video A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (21) que não há objeções às exigências apresentadas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a divulgação de informações protegidas por sigilo. A manifestação ocorre após o adversário estabelecer condições para atender ao desafio lançado pelo petista nesta semana. O senador Camilo Santana (PT-CE), coordenador político da campanha de Lula, classificou as exigências de Flávio como uma “manobra”. Segundo ele, o presidente está disposto a atender às condições apresentadas, desde que o candidato do PL também cumpra o compromisso de liberar seus dados. “Todas as condicionantes a única resposta é que o presidente não se opõe em absolutamente nada que ele colocou, com tanto que ele faça”, declarou Santana. A campanha petista informou que apresentará uma resposta formal ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (22), às 11h. O coordenador afirmou que Flávio Bolsonaro também deverá comparecer ao tribunal dentro do prazo estabelecido. “Se não tem nada a dever, que ele cumpra o que o presidente propôs. Presidente não tem nada a se opor a que ele colocou condicionantes. Amanhã às 11h estaremos no TSE para protocolar a resposta do presidente e é o prazo para ele estar la também”, disse Santana.

VERDADE SEJA DITA..

R$ 3,1 MILHÕES. ESSE É O VALOR QUE DOIS EMPRESÁRIOS DO AGRO, ENVOLVIDOS EM GRAVES ACUSAÇÕES CRIMINAIS, DOARAM À CAMPANHA DE FLÁVIO BOLSONARO. Um deles confessou ter pago propina a um juiz. O outro foi denunciado por envolvimento em um esquema de contrabando de agrotóxicos. E os dois são os maiores financiadores da campanha de Flávio Bolsonaro. A poucos dias do segundo turno, o Intercept está investigando quem financia o candidato do PL e quais interesses estão por trás dessas doações milionárias. Enquanto empresários despejam milhões na disputa presidencial, nossas investigações dependem do apoio dos leitores. A eleição está chegando ao fim, mas ainda há muito que precisa ser revelado. E o tempo está acabando. Assine o Intercept e ajude a manter nossas investigações de pé.