terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

A PESQUISA DO PIG..

Rosseto disseca o Datafalha

Dilma tem projetos para combater a corrupção.
Sobre os resultados da pesquisa Datafolha, o ministro-chefe da Secretaria Geral, Miguel Rosseto, fez as seguintes avaliações:


“Vencemos eleição muito polarizada e na sequência um período de uma agenda complexa. O impacto dos necessários ajustes com consequências no aumento de tarifas de energia elétrica e da gasolina -  necessários para continuar programas sociais importantes, intocáveis, como dissemos na campanha. Sempre falamos durante a campanha sobre equilíbrio fiscal e controle da inflação.

Todos reconhecem que os ajustes são necessários e fazem parte da estratégia de crescimento econômico com geração de emprego e renda ainda em 2015, e que se consolidam nos próximos 4 anos de governo.

Além disso, as denúncias sobre corrupção  ocupam grande parte da agenda política e não há ainda julgamento e punição, o que cria um evidente descontentamento na população. A presidenta Dilma comprometida com o combate à corrupção, e vai apresentar os projetos anunciados em campanha para combater os mal-feitos e a impunidade
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

AGENDA DA COMUNICAÇÃO.

2015 tem agenda agitada pela democratização da comunicação

Escrito por: Felipe Bianchi/Barão de Itararé

Encontros estaduais preparatórios ao II Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação, Fórum Mundial de Mídia Livre e os 50 anos da Rede Globo são alguns dos eventos importantes deste ano

2015 promete ser um ano agitado para os que lutam pela democratização da comunicação. Além da nomeação de Ricardo Berzoini para o Ministério das Comunicações, assumindo  a árdua missão de promover o debate público em torno da regulação econômica da mídia, os movimentos mobilizam-se para a construção de uma agenda de debates e atividades que envolve temas como direito à comunicação e Internet livre. Confira:
 
Como forma de pressionar pela regulação da mídia e fortalecer as demandas populares relacionadas à pauta, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) lançará ainda no início do ano uma plataforma online para a coleta de assinaturas do Projeto de Lei da Mídia Democrática (PLIP). O texto prevê regras e medidas democráticas para promover a diversidade e a pluralidade de vozes na comunicação brasileira, historicamente concentrada e monopolizada por empresas privadas  Por ser um PL de Iniciativa Popular, é necessário atingir cerca de 1,3 milhão de assinaturas para chegar ao Congresso. Conheça o Projeto de Lei aqui.
 
Em março, a agenda é internacional: entre os dias 20 e 22, ocorre o Fórum Mundial de Mídia Livre, em Tunis, na Tunísia. O encontro reúne ativistas e lutadores sociais de todo o mundo e acontece de forma simultânea ao Fórum Social Mundial (FSM).
 
Em abril, será a vez de “comemorar” o aniversário de 50 anos da Rede Globo. Acontecerão atividades em todo o país com o intuito de rechaçar o papel partidarizado e autoritário que a empresa cumpre na política e na construção da opinião pública brasileira desde seu fundamento, em plena ditadura militar. 
 
No mesmo mês, o FNDC promoverá a indicação da organização de Encontros Estaduais pelo Direito à Comunicação, como preparação para o II Encontro pelo Direito à Comunicação (ENDC), programado para os dias 10, 11 e 12 de abril, em Belo Horizonte/MG.
 
Internet livre e ativismo digital
 
Temas como a Internet livre e o ativismo digital também fazem parte do calendário de 2015. A consulta pública para a regulamentação do Marco Civil da Internet deve agitar o mundo do ciberativismo, já que as conquistas do Marco Civil, como o princípio da neutralidade da rede, entre outros pontos ainda em aberto, ainda não estão assegurados. O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) já abriu chamadas de contribuições sobre os temas da regulamentação.
 
O movimento dos blogueiros progressistas e ativistas digitais (BlogProg) também terá um ano repleto de atividades. Até a publicação da matéria, 14 Encontros Estaduais de Blogueiros e Ativitas Digitais já estão confirmados. Em pauta, assuntos como a regulação da mídia, coleta de assinaturas para o Projeto de Lei da Mídia Democrática (PLIP), regulamentação do Marco Civil da Internet e Direitos Humanos. Confira a agenda (sujeita à alterações):
 
Março
6 e 7 de Março - Espírito Santo
27 e 28 de Março - Pernambuco
 
Abril
4 e 5 de Abril - Piauí
10 a 12 de Abril - Paraná
17 e 18 de Abril - Maranhão
24 e 25 de Abril - São Paulo
 
Maio
8 e 9 de Maio - DF
15, 16 e 17 de Maio - RJ
23 e 24 de Maio - Ceará
29 e 30 de Maio - Paraíba
 
Junho
19 e 20 de Junho - Amapá
26 e 27 de Junho Santa - Catarina
 
Agosto
7 e 8 de Agosto - Tocantins
14 e 15 de Agosto - Sergipe

*Atualizado em 12/1, às 16h59

UMA NOVA BATALHA.

Regulamentação do Marco Civil da Internet: começa uma nova batalha. Participe da consulta pública!

Escrito por: Helena Martins e Jonas Valente
Fonte: Intervozes
O caráter da Internet e os direitos e deveres dos usuários da rede são objetos de consulta pública promovida pelo Ministério da Justiça por meio de uma plataforma virtual. Iniciada na última quarta-feira (28), ela trata da minuta do decreto presidencial que vai regulamentar o Marco Civil da Internet. Não é exagerado afirmar que o que está em jogo é o futuro das comunicações no Brasil.
Com a consulta, tem início nova batalha. O desafio é garantir uma regulamentação que assegure os avanços conquistados com a aprovação da norma, no ano passado. Um dos pontos mais sensíveis é a neutralidade de rede, princípio que estabelece que todo o conteúdo que trafega na rede mundial de computadores deve ser tratado igualmente.
A norma prevê que a neutralidade poderá ser dispensada em casos relacionados aos requisitos técnicos indispensáveis para a prestação do serviço e à possível priorização do tráfego de conteúdo relativo aos serviços de emergência. Na prática, contudo, tem sido comum vermos ações empresariais que colocam em questão a neutralidade e, com isso, o caráter aberto da rede.
Exemplos disso são os contratos que possibilitam acesso ilimitado e sem uso de franquia a determinados aplicativos, como faz a TIM em parceria com o WhatsApp ou a Claro com o Twitter e o Facebook. Hoje, até mesmo a Justiça tem dificuldade de estabelecer se essas práticas vão de encontro à lei. Um cenário que favorece as empresas, mas golpeia a conquista da neutralidade. Princípio que não queremos que se transforme em uma palavra sem efetividade.
Privacidade
Também está em questão a proteção dos usuários. O Marco Civil já garante que os dados pertencem a eles e que a venda de informações pessoais ou sobre acesso pelas empresas só pode ocorrer com a autorização expressa do internauta. Ocorre que muitas vezes essa permissão é dada quase que automaticamente, por meio de cliques rápidos em links acompanhados por explicações em letras miúdas. Ou mesmo sem informações acessíveis.
É preciso criar padrões que assegurem maior clareza sobre procedimentos de segurança e de sigilo adotados pelas empresas e sobre o uso dos nossos dados pessoais. Além disso, tendo em vista que os registros deverão ser guardados pelos provedores para que possam ser acessados em caso de determinação judicial, a regulamentação deverá tratar dos padrões de segurança para a guarda e disponibilização desses dados.
A definição é importante para evitar que o armazenamento previsto na norma acabe legalizando e promovendo a vigilância em massa dos usuários. Também para enfrentar a lógica do controle, podem ser propostos mecanismos que garantam que a sociedade tenha conhecimentos sobre o uso dessas informações por parte das autoridades. Caso percamos essa batalha, poderemos ficar todos e permanentemente vigiados e sob suspeita.
Acesso
A regulamentação do Marco Civil deve tratar de forma menos detalhada, mas ainda assim não menos importante, dos princípios e objetivos que apontam para a essencialidade do serviço de acesso à Internet e para a garantia de que este seja assegurado a todos os brasileiros.
Uma primeira mudança que deve fazer parte do detalhamento da lei é fazer com que este serviço possa ser prestado em regime público, ou seja, que haja obrigações de universalização, de continuidade do serviço e controle maior sobre as tarifas e seus reajustes. Esse regime seria aplicado fundamentalmente àquelas operadoras que atuam no atacado, permitindo que no varejo (na prestação do serviço de acesso diretamente ao cidadão) seja mantido o regime privado.
Outra medida fundamental para a universalização do acesso à Internet é o estabelecimento de metas de atendimento a municípios e domicílios, incluindo, além de acessos fixos, centros coletivos a exemplo dos telecentros. Combinadas a elas, a regulamentação do Marco Civil pode envolver a melhoria dos parâmetros de qualidade, com obrigações relativas à continuidade do serviço e ao percentual da velocidade contratada.
Governança
O Marco Civil também traz em seus artigos diretrizes para a atuação do Poder Público em suas várias esferas. A regulamentação pode consolidar um sistema nacional de governança calcado no papel protagonista do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br) e na criação de comitês congêneres nos estados para acompanhamento das metas e da prestação dos serviços, de modo que este sistema de governança seja transparente, aberto e permeável à participação da sociedade.
Todos esses aspectos são fundamentais para resistir à transformação da Internet em um espaço cerceado e pautado por interesses privados e para fortalecer a luta por direitos no ambiente virtual. Uma vez mais, a batalha será intensa, afinal não são poucos ou frágeis os grupos que se opõem a um ambiente livre e pautado pela compreensão da comunicação como um direito fundamental.
Diante deste cenário, a participação popular – chave das conquistas na formulação e aprovação do Marco Civil da Internet – uma vez mais é nossa maior arma nesse enfrentamento.
* Helena Martins é jornalista, doutoranda em Comunicação Social pela Universidade de Brasília e representante do Intervozes no Conselho Nacional de Direitos Humanos. Jonas Valente é jornalista, doutorando em Sociologia pela Universidade de Brasília e integrante da Coordenação Executiva do Intervozes.

UNIDOS PELA REFORMA.

Altamiro: Sociedade e governo devem se unir pela reforma da mídia

Escrito por: Iberê Lopes e Joanne Mota
Fonte: Vermelho

No final do mês de janeiro, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) voltou a debater as reformas estruturais e democrátricas (política, urbana, mídia, educação, saúde, tributária e agrária) destacando a centralidade e o porquê delas serem tão importantes para o avanço da democracia e o desenvolvimento do país.

Dentre as reformas, a da mídia está no centro do debate. O jornalista Liderança do PCdoB na Câmara e colaborador da Rádio Vermelho, Iberê Lopes, falou com Altamiro Borges, presidente do Centro de Estudos de Mídia Alternativa Barão de Itararé, que fez breve reflexão sobre em que pé está essa luta.
Ao falar sobre a guerra midiática contra as forças populares e progressistas, Altamiro Borges lembrou do papel jogado pela mídia conservadora durante as eleições em 2014. "A mídia monopolista, controlada por sete famílias, exacerbou nas eleições. Ela jogou tudo para tentar derrubar a Dilma, mas foi ela quem saiu derrotada".
Ele acrescenta que esse movimento acabou impulsionando uma resposta da presidenta Dilma que, pela primeira vez, falou em regulação econômica para o setor. "Aparentemente, a presidenta Dilma, finalmente, resolveu enfrentar esse debate na sociedade. Então, ela tem falado, insistentemente, na ideia de uma regulação econômica da mídia, isso abre caminho para discutirmos os monopólios. Ela indicou um ministro que está comprometido com essa bandeira há algum tempo", ponderou Altamiro Borges, que também é secretário de Mídia do PCdoB.
Altamiro Borges ainda destacou que o momento se mostra mais favorável para os movimentos que lutam pela regulamentação do setor, já que a presidenta deu sinais que favorecem a luta pela reforma dos meios de comunicação. No entanto, destacou que sem a mobilização e pressão da sociedade, essa pauta não conseguirá avançar.
Ouça também:

OS IMBECIS...

Janio de Freitas dá nome aos descerebrados que reproduzem sandices na mídia bandida

Por Maria Frôjaneiro 6, 2014 10:32 ATUALIZADO
A campanha da moda
Janio de Freitas, em sua Coluna
DE SÃO PAULO
Quem não discute gosto anda na moda, que é um modo de não ter gosto (próprio, ao menos). Até por solidariedade aos raros que não se entregam à moda eleitoreira de dizer que 2013 foi um horror brasileiro e 2014 será ainda pior, proponho uns poucos dados para variar.
Com franqueza, mais do que a solidariedade, que tem motivo recente, é uma velha convicção o que vê importância em tais dados. Um exemplo ligeiro: todo o falatório em torno de PIB de 1% ou de 2% nada significa diante da queda do desemprego a apenas 4,6%. Menor que o da admirada Alemanha. Em referência ao mesmo novembro (últimos dados disponíveis a respeito), vimos as manchetes consagradoras “EUA têm o menor desemprego em 5 anos: cai de 7,3% para 7%”. O índice brasileiro, o menor já registrado aqui, excelência no mundo, não mereceu manchetes, ficou só em uns títulos e textos mixurucas.
Mas o índice não pode ser positivo: “O índice caiu porque mais pessoas deixaram de procurar emprego”. Se mais desempregados conseguiam emprego, como provava o índice antes rondando entre 5,6% e 5,2%, restariam, forçosamente, menos ou mais desempregados procurando emprego? PIB horrível, falta de ajuste fiscal, baixa taxa de investimentos, poucas privatizações, coitado do país. E, no entanto, além do emprego, aumento da média salarial, a ponto de criar este retrato do empresariado de São Paulo: a média salarial no Rio ultrapassou a dos paulistas.
A propósito: com as alterações do Bolsa Família pelo Brasil sem Miséria, retiraram-se 22 milhões de pessoas da faixa dita de pobreza extrema. Com o Minha Casa, Minha Vida, já passam de um milhão as moradias entregues, e mais umas 400 mil avançam para a conclusão neste ano. A cinco pessoas por família, são 7 milhões de beneficiados com um teto decente, água e saneamento.
Sobre dados assim e 2014, escreve o economista-chefe da consultoria MB Associados, Sérgio Vale: “Infelizmente, veremos mais promessas de ampliação do Bolsa Família e do salário mínimo, que, no frigir dos ovos, é o que tende a reeleger a presidente”. Da qual, aliás, acha que em 2014 “deverá se apequenar ainda mais”. Da mesma linhagem de economistas —a que domina nos meios de comunicação—, Alexandre Schwartsman dá à política que produziu aqueles resultados o qualificativo de “aposta fracassada”, porque só deu em “piora fiscal, descaso com a inflação e intervenção indiscriminada, predominando a ideologia onde deveria governar o pragmatismo”.
“Infelizmente” e “aposta fracassada” para quem? Para os 22 milhões que saíram da pobreza extrema, os 7 milhões que receberam ou receberão um teto em futuro próximo, os milhões que obtiveram emprego, os milhões ainda mais numerosos que tiveram melhoria salarial?
E, claro, ideologia existe só no que se volta para os problemas e possíveis soluções sociais. Quem se põe de costas para o que não interesse à elite financeira e ao poder econômico, não o faz por ideologia, não. Por esporte, talvez.
Foi a esse esporte, quando praticado orquestradamente nos meios de comunicação, que Dilma Rousseff se referiu como uma “guerra psicológica”, e gerou equívocos críticos. Não se trata de “expressão antidemocrática”, nem própria dos tempos da ditadura. É a denominação, técnica ou científica, como queiram, de métodos de hostilidade não militares, diferentes das campanhas por não serem declarados em sua motivação e seus fins, e buscando enfraquecer o adversário por variados tipos de desgaste.
Não é o caso da pregação tão óbvia no seu propósito de prejudicar eleitoralmente Dilma Rousseff. E prática tão evidente que, já no início de artigo na Folha, o empresário Pedro Luiz Passos definiu-a como “o negativismo que permeia as análises sobre a economia brasileira, em contraste com a percepção de bem-estar especialmente da base da pirâmide de renda”. Ou seja, há um negativismo, intenção de concentrar-se no negativo, real ou manipulado, e a desconsideração do que deu à “base da pirâmide” social alguma percepção de bem-estar.
O elemento essencial na existência de uma Nação é o povo. Não é o território, não é o Estado, ambos inexistentes em várias formas de nação ao longo da história e ainda no presente (os curdos, diversos povos nômades, povos indígenas). O PIB e os ajustes feitos ou reivindicados nunca fizeram nada pelos brasileiros que são chamados de povo. A cliente do PIB, dos gastos governamentais baixos e dos juros bem altos são os que compõem a mínima minoria dos que só precisam, para manter o país, do povo.
janio de freitasJanio de Freitas, colunista e membro do Conselho Editorial da Folha, é um dos mais importantes jornalistas brasileiros. Analisa com perspicácia e ousadia as questões políticas e econômicas. Escreve na versão impressa do caderno “Poder” aos domingos, terças e quintas-feiras.

UM DRINK NO INFERNO

Um drink no inferno!

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A eleição de Eduardo Cunha para a presidência da Câmara dos Deputados, pelo período de dois anos, convenceu-me de uma necessidade urgente.
Sejamos estoicos.
O estoicismo significa, a grosso modo, aceitar as derrotas, os sofrimentos, os obstáculos, como inerentes à natureza e que devem ser, portanto, suportados com um espírito tranquilo e um coração firme.
É algo que venho pensando há tempos, mesmo antes da vitória de Cunha, que aliás eu já dava como certa desde que entrevistei aqui o Fabiano Santos, cientista político, cujos estudos e pesquisas sobre a Câmara já sinalizavam folgada liderança do pemedebista.
Diante do fato consumado, não nos resta outra saída a não ser tentarmos nos consolar com algum tipo de certeza tola, tipo: o mundo não vai acabar, ou que até no inferno será permitido beber um último drink.
Além disso, é preciso admitir que há uma justiça poética na lavada que o PT levou na Câmara.
Quem não sabe jogar bola, perde o jogo.
Toda vitória, quando merecida, tem uma certa beleza. Até mesmo quando o vencedor é o vilão.
A incompetência política de Dilma, do governo e do próprio PT, tem sido, para usar um vocabulário querido à presidenta, es-tar-re-ce-do-ra.
E limpemos logo a mesa de uma falácia: não é questão de apoiar ou não o governo, de apoiar ou não Dilma. De ser ou não governista.
Há anos que sou perseguido por esse estigma: governista, chapa-branca, etc!
É preciso muita fleuma para suportar anos este tipo de acusação, mesmo quando o governo apenas nos massacra politicamente.
Sim, nos massacra, porque não produz um fato político, mínimo que seja, de apoio à comunicação alternativa.
Não se trata de cortar a publicidade oficial paga à TV Globo.
Trata-se de política.
Por exemplo, Dilma poderia aparecer na TV e dizer, com todas as letras, que a informação é um insumo fundamental da democracia, e que os brasileiros precisam ser plurais em relação às suas fontes de informação, citando, de maneira genérica, as redes sociais e os blogs.
Nem disso o governo é capaz.
Não, eles não têm coragem sequer de abordar o tema do pluralismo na mídia.
Apenas a grande imprensa é mencionada.
E não adianta agendar “encontros” ou “entrevistas”, com blogueiros, sindicalistas e MPL, de quatro em quatro anos, apenas para constar.
É preciso ações concretas.
O ambiente econômico, então, é totalmente envenenado para a comunicação alternativa. Ninguém propõe nada que ajude blogs, sites e jornais alternativos a sobreviverem.
Nada disso, que se dane todo mundo. No máximo, um bannerzinho aqui ou lá para um blog bem comportado.
Enquanto isso, a imprensa corporativa, criada com leite estatal desde a sua nascença, cujos donos se tornaram bilionários através de todo o tipo de favor político, a começar pelo apoio a um golpe de Estado e a subsequente sustentação da ditadura, enquanto isso esta imprensa faz pose de crítica ao poder!
Ano passado, fez-se 50 anos de golpe e o governo, liderado por gente perseguida pela ditadura, não fez nenhum movimento para denunciar a participação da imprensa.
Ninguém aproveitou o momento para denunciar que o golpe foi dado não apenas com apoio da imprensa, da mesma imprensa de hoje, mas principalmente por causa do apoio da imprensa, que desempenhou um papel fundamental na derrubada de Jango.
Um certo grupo da imprensa familiar não apenas participou, como líder, da conspiração que levou ao golpe, ela usou a ditadura para destruir seus concorrentes e emergir, na democracia, como um poder político e financeiro terrível, um verdadeiro Leviatã.
Sabendo que estas empresas mamaram no Estado desde a sua nascença, e o fazem até hoje, os colunistas da grande imprensa ainda tem a cara de pau de citar Millor Fernandes, dizendo que “imprensa é oposição”.
Ora, a máxima de Millôr só vale se for aplicada também ao poder econômico, às corporações, ao imperialismo!
Se o jornalista quer tirar onda de oposição, então tem de ser oposição ao governo e à mídia!
Em caso contrário, é apenas um hipócrita!
Ou então, o que é o mais comum, a máxima de Millôr se torna um desses sofismas idiotas que jornalistas semicultos usam para justificarem o seu sabugismo patronal.
Entretanto, independente das críticas que faço à Dilma, ao governo e ao PT, entendo perfeitamente que este governo é o mais próximo que chegamos de um governo democrático e popular.
De fato, a comparação com o Syriza, na Grécia, e o Podemos, na Espanha, têm de ser feitas com prudência, porque as circunstâncias são absolutamente distintas. Diria mesmo, opostas. Lá, há um desgaste da direita, após anos de cortes sociais e desemprego.
Aqui no Brasil, há um sentimento oposto: nossas elites estão cansadas de anos de aumento dos programas sociais, elevação dos salários e desemprego baixo.
O desemprego muito baixo às vezes dá a sensação, para o empregador, de ser um problema, porque ele tem dificuldade para contratar mão-de-obra, e perde uma arma poderosa para aumentar a produtividade de seu funcionário: o terror do desemprego.
O governo e o PT, por sua vez, também sofrem de cansaço.
Milhares de petistas se agarram a seus empreguinhos com sofreguidão, confiando que a providência divina lhes garantirá mais alguns anos de estabilidade: afinal, não ajudaram os pobres?
Para que inventar algo novo? Não vamos nos arriscar! Quem sabe se ficarmos bem quietinhos, eles não nos deixam em paz?
Ao mesmo tempo, o PT não parece disposto a se abrir para a sociedade.
Ao contrário, o partido parece se fechar cada vez mais.
Dias atrás, li num blog uma entrevista com o secretário de comunicação do PT, José Américo. A manchete do post dizia que “o PT vai procurar ser mais agressivo na comunicação”.
Américo, então, fala sobre as decisões do partido: “mudar o layout do site, e ampliar a atuação da agência PT”.
É uma estupidez atrás da outra.
Comunicação jamais pode ser “agressiva”. Tem de ser sedutora, agradável. E não pode ser partidária ou panfletária. Quer dizer, até pode ser, mas com muita leveza e criatividade. Com certeza, porém, não é publicando conteúdo na Agência PT, que se vai conquistar a opinião pública.
A Agência PT tem de existir, assim como agências para cada partido e cada instituição.
Mas é preciso investir sobretudo na sociedade civil.
O PSDB ainda tem força porque suas ideias e críticas são publicadas na mídia “independente”, e não no site do partido.
Os estoicos entendiam que não se podia julgar ninguém por aquilo que ele tinha dito, mas somente por seu comportamento.
É assim que devemos julgar partidos e governo.
Os méritos dos governos Lula e Dilma são as ações, as obras, a melhoria da vida do povo, e não os discursos de suas lideranças.
Quando o assunto é comunicação, a mesma fórmula deve ser aplicada, mas aí temos uma situação inversa.
O governo e PT sempre falaram em favor da comunicação plural, e nunca fizeram nada na prática.
O PT gasta milhões e milhões fazendo reuniões em hoteis cinco estrelas, imprimindo cartilhas em papel couché, mas não solta um centavo, por exemplo, para criar oficinas ou cursos regulares de internet e ativismo político nas grandes cidades.
Não investe um centavo na formação de novas lideranças.
Não investe um centavo em juventude – falo de investimento maciço, para fora do partido.
E quando a gente pensa que pode surgir algo novo, vem o Marcelo Freixo, do PSOL, e, diante de centenas de jovens bem alimentados da zona sul carioca, repete, cheio de orgulho, um discurso idiota e antipobre:
“Ninguém aqui recebeu lanchinho!”
Como se houvesse alguma coisa de errado em dar um maldito lanchinho a um jovem da periferia que queira participar de um evento político!
O problema da política brasileira é justamente esse: uma gigantesca muquiranagem.
Até no Afeganistão, o país mais pobre do mundo, os talibãs investiam mais na formação política de novos quadros.
Aqui, nada.
Enfim, voltamos de onde nunca saímos, ao inferno da nossa política: ditadura, inflação, neoliberalismo, privataria, mensalão, petrolão, Eduardo Cunha.
Crise após crise.
Sobreviveremos?
Não sei.
Provavelmente sim.
Se sobrevivemos à ditadura, à super-inflação, a Collor, ao neoliberalismo, à privataria, à farsa judicial do mensalão, talvez tenhamos desenvolvido a capacidade de resistir a tudo.
É lógico, por exemplo, que a Lava Jato se tornou mais um complô midiático-judicial.
Há um escândalo verdadeiro de corrupção, uma investigação que poderia dar resultados concretos na luta contra os desvios, mas há também um complô.
Sempre há um complô.
Creio até que é uma tendência natural. Uma dessas doenças crônicas da democracia. No caso do Brasil, é quase uma lei. As classes abastadas, sempre que perdem uma eleição, se vingam através de complôs midiáticos-judiciais, que eles controlam porque promotores, juízes e donos de jornal pertencem ao mesmo estamento social.
No Brasil, porém, a concentração da mídia e o poder decorrente desta concentração, fazem esses complôs adquirirem a magnitude de um golpe político.
É um golpe atrás do outro, construídos diariamente, através de todo o tipo de intrigas, mentiras, insinuações, charges, manchetes, etc.
Há um esforço contínuo, diuturno, de produzir uma atmosfera irrespirável de crise, de instabilidade.
O que nos faz pensar se não é mais interessante para a mídia – esse monstro de raízes antropológicas complexas, que o povo, sábio, chama simplesmente de PIG – se não é mais interessante para a mídia, dizíamos, que tenhamos um governo petista fraco, ferido, manco, mas que permita à mídia posar de oposição irredutível. De crítica ao poder!
Talvez seja melhor do que um governo tucano, onde a nossa mídia se veria na situação constrangedora de ter de denunciar de vez em quando – nem que fosse apenas para constar, como fazia na era tucana.
Denúncias bem escritas, apuradas pelos mais talentosos repórteres investigativos, mas que nunca mereciam editoriais furiosos nem tinham continuidade.
Era abafadas com prudência, paulatinamente.
Ah, a imprensa livre e independente e crítica ao poder!
Os seus donos são a família mais rica do país? Shiiii, silêncio! Isso ninguém pode saber. Não há, nunca houve, em nenhum dos milhares de tentáculos do “PIG”, nenhuma reportagem sobre a riqueza nababesca da família Marinho.
Essa é uma informação subversiva, marginal, bandida.
Somente os “mensaleiros” e seus amigos falam mal da mídia, não é?
Bem, na verdade, não.
Em junho de 2013, milhões de jovens entoavam… bem deixa pra lá. Já repeti isso mil vezes. Todo mundo sabe o refrão que os jovens cantavam, rimando “verdade é dura” com ditadura.
Isso não tem mais importância. Quer dizer, até tem, mas não agora.
O momento é deles, da oposição conservadora. Eles sabem que não são bons de eleição. A sua especialidade são os complôs, e o petrolão oferece outra maravilhosa oportunidade.
Mais importante que um impeachment é a sombra do impeachment.
O mais importante eles já estão fazendo: enlamear a política. Transformar o debate democrático numa gritaria histérica e policialesca.
O judiciário e o MP entram no jogo, até porque também são chantageados quando não o fazem.
Comunicação é política. Política é comunicação. Nunca isso foi tão claro.
E o governo será derrotado, na opinião pública, na mídia, no parlamento e nas barras dos tribunais, enquanto não assumir o protagonismo da batalha da comunicação.
Enfim, o que fazer?
Não é mistério, e repetimos pela milésima vez:
1) investir em banda larga, maciçamente, numa banda larga barata e poderosa;
2) criar um sistema de financiamento republicano, democrático, generoso do jornalismo e cultura digitais não-corporativos;
3) investir na formação de novas lideranças;
4) abrir cursos populares de crítica midiática;
5) investir em comunicação pública, independente e de qualidade.
Mas é preciso agir, com firmeza, altivez e urgência!
É isso ou se conformar com um processo humilhante e miserável de derrota política.
Quatro anos de degradação e tortura psicológica!
Dilma, por sua vez, terá de escolher: ou faz a batalha de comunicação por bem, de maneira assertiva, usando os instrumentos de governo que o eleitor lhe proporcionou; ou fará por mal, tentando se defender de acusações, intrigas e complôs que a oposição midiática diuturnamente prepara contra ela.
Não há saída. É lutar ou lutar.
É perder lutando ou perder sem fazer nada, covardemente.
Quem luta, afinal, sempre corre um risco: vencer.
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PASSANDO A PERNA NA JUSTIÇA.

Tijolaço: Youssef passou
a perna no MP e no STF…

“A “crise de honestidade” do homem cujas palavras abalam a República “economizou” R$ 100 milhões e ainda conseguiu um prêmio em cima daquilo que for recuperado”

De Leila Loc, no twitter



O Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito, do Tijolaço:

YOUSSEF PASSOU A PERNA NO MP E NO STF…




O ex-sócio e “laranja do laranja” Alberto Youssef diz, na Folha de hoje, com todas as letras, aquilo que todos já desconfiavam: que o seu “arrependimento” não vai além de cerca de um terço do que roubou – nos negócios das empreiteiras e, provavelmente, nos negócios de evasão de divisas pelo qual já foi “perdoado” pelo juiz Sérgio Moro, no caso Banestado, ainda no governo FHC.

“Em entrevista à Folha, ( o empresário Leonardo) Meirelles disse que o doleiro teria de R$ 150 milhões a 200 milhões, e não cerca de R$ 50 milhões, como está no acordo”, informa o repórter Mario Cesar Carvalho.

Opa!

Então tem pelo menos R$ 100 milhões que não foram  “confessados” por Youssef ou “encontrados” pelo Ministério Público e pela Polícia Federal.

A “crise de honestidade” do homem cujas palavras abalam a República “economizou” R$ 100 milhões e ainda conseguiu um prêmio em cima daquilo que for recuperado. (Aliás, o MP esclareceu, candidamente, que não há prêmio para ele, mas para as filhas, que ficam com bens comprados com dinheiro ilegal)

Para não pensar, claro, no impensável: que algo tenha ficado “de fora” da lista de bens e tenha virado prêmio para alguém, no caminho obscuro desta transação.

Afinal de contas, inimaginável, porque só um ser de muita imaginação iria inventar expedientes que nunca, jamais, em tempo algum, acontece nos labirintos policiais-judiciais ao tratar-se com criminoso.

Mas, com um acordo homologado na mais alta corte do País, uma coisa é possível dizer.

Fica tudo bacana, lavado, lavadíssimo, limpinho e cheiroso agora que Youssef virou o benfeitor geral da República.

Um homem, que já foi definido em sentença do próprio  Dr. Moro como “bandido profissional”, que já rompeu um acordo de delação premiada que o livrou da cadeia, mereceu, sem mais nem menos, este tratamento.

Que, confirmada a informação de seu ex-cúmplice, vai, no mínimo, deixar o MP e a Justiça no papel de bobos, legitimando a soltura de quem vai ter tempo e dinheiro para gozar  o melhor dos mundos.

E, no máximo, deixar todo mundo fazendo papel de bobo ao atribuir valor de verdade ao que alguém deste “tipinho” diz.

Da próxima vez que um guarda de trânsito pedir R$ 50 porque seu extintor de incêndio está vencido, em lugar de achar ruim, ache bom.

Afinal, é graças a ele que você se livrou de um perigo, não é?

DENÚNCIAS...

Jean Wyllys denuncia
Cunha e Gilmar !

As garras já estão de fora para dar o Golpe Politico !


Do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), em seu perfil no twitter: 




Eduardo Cunha e partidos aliados já estão pondo as asas de fora: querem colocar em votação hoje a admissibilidade de sua reforma política

Por reforma política entendam a reforma que Cunha e aliados desejam e que em nada atende aos anseios da população pela ética na política.

A admissibilidade é de competência da CCJC, mas Cunha et caterva querem atropelar a CCJC, onde a matéria está há nove meses em discussão.

Atropelar a CCJC significa transferir a votação da admissibilidade da matéria para o plenário da Câmara para a aprovar a toque de caixa

Por falar em caixa, essa PEC insere, na Constituição Federal, o financiamento privado de campanha eleitoral.

O objetivo de Cunha é se antecipar ao julgamento do STF, que, por seis votos a um, já considera inconstitucional a doação empresarial.

Aliás, tudo indica que o fato de o ministro Gilmar Mendes ter pedido vistas, paralisando o julgamento da matéria no STF, #significa !


Apresentaremos questão de ordem apontando que ação de Cunha et caterva não tem amparo regimental. Fiquem atentos!


Eduardo Cunha acaba de mostrar as garras: cassou a palavra do deputado Sílvio Costa porque este estava fazendo obstrução à matéria.

Cunha desligou o microfone de Sílvio Costa pelo simples fato de este ter questionado sua interpretação do regimento interno.

Ao cassar a palavra de Silvio Costa – um gesto truculento e antidemocrático – Cunha ainda acrescentou que não o deixaria “fazer show”.

O curioso é que antes de se tornar presidente  da Câmara, Cunha, com seus cabelos ralos e implantados, “fazia show” e obstrução todo dia

Esses próximos dois anos serão difíceis aqui na Câmara. Trevas!

BOLSA FAMÍLIA

The Economist elogia Bolsa Família! Chora, Urubóloga!

Os neolibêles locais pensam que os ingleses são parvos como eles …




The Economist é aquela revista liberal inglesa, que vende 1 milhão 600 mil copias entre impressas e online.

É uma sobrevivente.

Porque é impressa – e de Direita !

Mas,  da Direita inglesa.

Dos bancos ingleses, bem entendido, pois, como se sabe, a Inglaterra não passa, hoje, de uma agência bancária do sistema financeiro americano.

Nao produz mais uma caixa de fósforos.

Nem o maravilhoso futebol que se joga lá é inglês: é uma lavanderia de plutocratas russos e sheiks árabes…

O liberalismo (o direitismo) da Economist nasceu em 1843 – portanto, não é coisa de ex-marxistas que se converteram ao Consenso de Washington …

É chic entre os neolibeles brasileiros – os que dominam a língua inglesa … – citar a Economist.

É como citar economistas de bancos americanos com sotaque inglês – como o do Renato Machado…

Chiquérrimo.

Nessa edição, lê-se a despedida do editor da revista por nove anos, http://www.economist.com/news/leaders/21641204-john-micklethwait-who-has-edited-newspaper-2006-leaves-today-these-are-his-parting John Micklethwait.

É um elogio ao livre mercado e à liberdade individual.

Um Estado menor, porque a livre iniciativa é mais eficiente.

Até aí, nada de novo.

Nada que o Levy já não tenha dito.

Mas, John Micklethwait admite que a Democracia ocidental não vai la das pernas.

Nos Estados Unidos, o dinheiro tomou conta da eleiçao.

A única maneira de se sentir bem em relaçao aos Estados Unidos, diz ele, é compará-lo à União Européia.

Onde a crise quase permanente do Euro se tornou um classico exemplo de concordar em chutar os problemas para a frente.

Ele não fala do Tsipras … Nem do Podemos da Espanha…

Não é à toa que em todo o Ocidente – ele admite – prevalece um sentimento de frustração.

E aí, pasmem, amigos navegantes, ele cita o trabalho do Piketty, que o Levy não leu.

(Nem a Urubóloga analisou, para decepção do Mundo Acadêmico Ocidental – e certamente dos editores da Economist … A Urubóloga ainda não deu sua opinião sobre a polêmica obra do Piketty !)

O tal Piketty que sugeriu ao Levy fazer um imposto sobre grandes fortunas.

Muita coisa precisa ser feita para empurrar o liberalismo pela goela abaixo dos cidadãos das sociedades democráticas do Ocidente, diz o ex-editor da revista.

E dá exemplos do que fazer.

Aumentar os impostos dos super-ricos americanos (um herege !).

Replicar os gigantescos hospitais do coração da Índia – http://www.bbc.co.uk/news/health-10837726.

E, pasmem, amigos navegantes, que horror !

“Brazil’s conditional cash-transfer system”.

O Bolsa Família, que condiciona os benefícios em cash, dinheiro, à frequência das crianças à escola. 

Que horror !

Onde foi parar esse decadente liberalismo inglês !

Daqui a pouco o Renato Machado volta para o Mau Dia Brasil !

Paulo Henrique Amorim